COMPANHIA AMEIXA FÚCSIA

A Cia. Ameixa Fúcsia, fundada em 2001, é formada pelos atores Andrea Ayres, Cícero Neves, Letícia Schwartz, Magali Hochberg, Patrícia Ragazzon e Patrícia Sacchet. A FÁBRICA - sede da companhia - fica na João Guimarães, 337. Bairro Santa Cecília. Porto Alegre-RS. Fone: (051) 33310549

Domingo, Outubro 15, 2006

SAINDO DA GAVETA
Encontro de escritores, atores, etc. e tal


Saindo da Gaveta é um projeto de encontros literários com o intuito de abrir espaço a novos escritores e amantes da literatura. A iniciativa é aberta a todos aqueles que escrevem contos, peças teatrais, poesias, letras de músicas, roteiros de cinema, etc., cujos trabalhos estão guardados na gaveta.

Além dos escritores, atores e leitores em geral também são muito bem-vindos, pois a idéia é que as obras sejam lidas por terceiros para que o autor também tenha a oportunidade de ver seu trabalho com outros olhos (ou ouvir com outros ouvidos).

Os encontros terão três horas de duração e serão realizados quinzenalmente, na segunda e na quarta terça-feira de cada mês, começando sempre com a leitura de um texto, abrindo-se logo depois espaço para comentários do público presente. O número de textos a serem lidos em cada encontro deverá estar condicionado à duração de cada leitura. Por esta razão, é muito importante que os interessados registrem a duração aproximada da leitura de seus trabalhos no ato da inscrição. Ao final de cada encontro, será reservado um tempo para que sejam discutidas as obras do dia.

A intenção deste projeto é a de fomentar a discussão sobre as diversas formas da criação escrita, seja no teatro, no cinema, no conto, na poesia, na música, etc., em um ambiente descontraído. O objetivo é divulgar novos trabalhos, discutir, pesquisar e experimentar diferentes idéias e pontos de vista na abordagem da produção literária.

A adesão dos autores e leitores deverá ser espontânea e gratuita, visto que a iniciativa não tem fins lucrativos. O público em geral terá entrada franca.

O lançamento do projeto será no dia 24/10, no Café Concerto Mário Quintana, às 20h. Para este dia, teremos uma programação especial. Contaremos com um coquetel de inauguração e com a leitura de poesias e textos curtos que sairão direto da gaveta. Os autores que quiserem participar, devem enviar uma poesia, a letra de uma música ou um texto bem curto, para que possamos organizar o material. Os convites para o coquetel serão fornecidos a todos os escritores interessados e para seus convidados. No entanto, será indispensável a apresentação dos mesmos na inauguração. Entre em contato e peça o seu gratuitamente.

Para participar dos encontros basta preencher a ficha de inscrição e enviar para o e-mail saindodagaveta@hotmail.com.

FICHA DE INSCRIÇÃO:

Nome:

Profissão:

Idade:

Função que quer exercer: ( ) autor ( ) leitor ( ) ouvinte
(os escritores, se assim o desejarem, também poderão se oferecer como leitores voluntários de textos de outros autores.

Gênero: ( ) conto ( ) teatro ( ) poesia ( ) roteiro de cinema ( )música ( ) outros ________

Duração da leitura: ___ minutos (máximo 60min)

SERVIÇO:
Onde? Café Concerto Mário Quintana
Endereço?
Andradas, 736– 7º andar
Que horas? Das 20 às 23h
Quando? Todas as 2ªs e 4ªs 3ªs-feiras do mês!!!
(ãh???!!!Isso mesmo. Não tem encontro nem na 1ª, nem na 3ª, tampouco na 5ª 3ª-feira,só na 2ª e 4ª 3ª de cada mês!Não entendeu? Entra em contato com a gente!)

Saindodagaveta@hotmail.com - 84060852 / 32468972 (Viviane)

Data de estréia do projeto: 24 de outubro, com coquetel de inauguração.

Idealização: Viviane Juguero, Letícia Schwartz e Jorge Rein

Produção: Delta V. Produções

Realização: Delta V Produções e CIA. AMEIXA FÚCSIA

Arte Gráfica: José Renato Pereira


PARCEIROS CULTURAIS:
SA Produções
FM Cultura
SINDECJORNAL
FALA BRASIL
CAFÉ CONCERTO MÁRIO QUINTANA

Sábado, Setembro 23, 2006

OVELHA NEGRA
uma experiência sonora


“Se você pensa que já viu tudo, experimente fechar os olhos...”


OVELHA NEGRA - uma experiência sonora é uma usada proposta da Companhia Ameixa Fúcsia na qual o espectador é conduzido de olhos vendados para dentro de um insólito vilarejo durante 30 minutos.

A direção é da Companhia Ameixa Fúcsia em parceria com Luciane Panisson. O elenco trabalha com suavidade, precisão e criatividade, possibilitando ao público um mergulho no seu próprio universo imaginário, conduzido pelas sonoridades e produções sensoriais executadas ao vivo pelos atores.
O elenco é formado por Cícero Neves, Letícia Schwartz, Magali Hochberg, Patrícia Ragazzon e Patrícia Sacchet.

OVELHA NEGRA - uma experiência sonora
Dias 23 e 30 de Setembro (Sábados)
Às 19 HORAS
Na sala 505 da Usina do Gasômetro
Ingressos: R$ 5,00

Quinta-feira, Setembro 07, 2006

FABRICANDO ARTE!

Fazer arte numa Fábrica?

É isso mesmo! Imperdíveis Oficinas de Teatro e Expressividade com turmas para diversas faixas etárias e em diferentes horários.

* Iniciação Teatral
Ministrante: Patrícia Ragazzon
Sábado das 15h às 17h (para adolescentes entre 12 e 16 anos)

* Teatro II
Ministrante: Andréa Ayres
Sábado das 10h às 12h (para adultos)

* A Melhor Idade para o Teatro
Ministrante: Cícero Neves
Quarta-feira das 9h às 11h

* Crianças
Ministrante: Letícia Schwartz
Turma A: Segunda-feira das 18h 19h30min
Turma B: Sexta-feira das 10h às 11h30min

* Baby Class
Ministrante: Letícia Schwartz

Mensalidades: R$ 80,00

PARA MAIORES INFORMAÇÕES ENTRE EM CONTATO CONOSCO!!
fone: (51) 3331 0549 / 9945 0303

FÁBRICA - RUA JOÃO GUIMARÃES, 337
BAIRRO SANTA CECÍLIA

Sábado, Abril 22, 2006

Nova temporada do espetáculo "OVELHA NEGRA - a versão do rebanho"

OVELHA NEGRA
a versão do rebanho

estará em cartaz na

Sala Carlos Carvalho (Casa de Cultura Mário Quintana)

de 02 de Junho a 02 de Julho

sextas, sábados e domingos

às 19h

Ingressos: R$ 10,00

OVELHA NEGRA - A VERSÃO DO REBANHO na COPAL da Ilha dos Marinheiros

OVELHA NEGRA - A VERSÃO DO REBANHO, o mais recente espetáculo da Cia. Ameixa Fúcsia, fez apresentação única na COPAL da Ilha dos Marinheiros no dia 12 de abril às 17 horas.

Na ocasião foram doados à população mais carente da Ilha os mais de 200 utensílios domésticos arrecadados durante a temporada do espetáculo, realizada na Usina do Gasômetro em Novembro e Dezembro do ano passado.

OVELHA NEGRA - A VERSÃO DO REBANHO conta com o financiamento do FUMPROARTE.

Quinta-feira, Dezembro 22, 2005

OVELHA NEGRA - Contracapa ZH

Foto: Gustavo Muller, divulgação/ZH
Roger Lerina
CONTRACAPA - 2º CADERNO da ZH

Olha só que bacana: o espetáculo Ovelha negra - A versão do rebanho (em cartaz até o dia 18, de sextas a domingos, na sala 309 da Usina do Gasômetro) pede um utensílio doméstico em bom estado em vez de cobrar ingresso ou exigir a doação de alimentos. A Cia. Ameixa Fúcsia já arrecadou mais de uma centena de objetos com esse ingresso singular - tem ferro de passar roupa, colher de pau, talheres, canecas, peneiras, funil, conchas, potes de plástico, martelo de carne, jarra, xícaras, escorredores de louça e de massa, térmica, panelas, espremedor de laranjas, tábua de carne, coadores... Essa traquitana toda será doada em março para os moradores da Ilha Grande dos Marinheiros, depois de uma apresentação da peça. Segundo a produtora do espetáculo, a atriz Letícia Schwartz, são pedidos utensílios na entrada por causa da relação com a temática da montagem do texto de Jorge Rein sobre improvisações livremente inspiradas em conto de Italo Calvino: habitantes de um vilarejo que entram na casa dos outros e se apropriam dos bens alheios.

Sábado, Dezembro 03, 2005

Ovelha Negra - crítica de Antônio Hohlfeldt

Antônio Hohlfeldt - cultura@jornaldocomercio.com.br02/12/2005

Um espetáculo estranho

Estranho, curioso: dark. Não encontro outro adjetivo para caracterizar Ovelha negra: A versão do rebanho, criação coletiva do grupo Ameixa Fúcsia, com dramaturgia de Jorge Rein e direção de Luciane Panisson.Num primeiro momento, é quase um ritual. O espectador é convidado a colocar uma venda nos olhos e conduzido para dentro do espaço cênico onde ouve falas cochichadas ao ouvido e depois textos que se entrecruzam. Então, é um ritual, mesmo, que está acontecendo em cena, quando somos todos convidados a retirar a venda. O que visualizamos é uma prédica religiosa que envolve uma pregadora e alguns devotos.

O espaço cênico de Álvaro Vilaverde é totalmente "dark": objetos espalhados por todo o espaço, pedaços de pano, sobras do que parece uma guerra. É um espaço marginal, sem dúvida. E ali (sub)sobrevivem seres humanos marginais. Felizmente, a dramaturgia escapa de simpatias simplórias: as pessoas resolvem a seu modo os seus problemas, mas respeitam uma espécie fundamental de mandamento: a cada dia, após o encontro religioso, vão umas às casas das outras, onde buscam objetos e coisas propositadamente deixados para serem apanhados. Uma espécie de socialização que, um belo dia, é quebrada com a chegada de um estranho, por isso mesmo denominado de Ovelha Negra.

Que é uma fábula, não tenho dúvidas. Que se trata de defender a concepção socialista e comunitária de vida, também não. Que para isso tudo idealizou-se um espetáculo denso, difícil de ser realizado e interpretado, igualmente fica evidente. Aliás, o elenco jovem, composto por Cícero Neves, Letícia Schwartz, Magali Hochberg, Patrícia Ragazzon e Patrícia Sacchet, faz das tripas coração para cumprir com todas as exigências, o que não é de modo algum fácil. Neste sentido, sem ter nenhum grande intérprete, até porque o elenco é muito jovem para o desafio que lhe é colocado, o conjunto é harmonioso e respeitável, por todo o esforço que realiza com convicção.

O resultado de todo o trabalho é, como disse desde o início, um espetáculo denso, tenso, estranho e dark. É dark na maneira como apresenta o tema, é escuro no modo como a cena se desenvolve. É pesado pelas alternativas buscadas e pelo propositado rebuscamento, aliás, muito identificado com a dramaturgia de Rein, que gosta de textos ambíguos, pequenas piadas rápidas, personagens e tipos incomuns. O que se pode dizer é que durante quase hora e meia é difícil desviar a atenção da cena, mesmo com as cadeiras pouco confortáveis, com o calor e com a complexidade do trabalho. Às vezes cansa, a gente se distrai: mas em seguida acontece algo novo em cena e lá estamos nós, de novo, a prestar-lhe atenção. Se esses foram os objetivos do grupo, pode-se garantir que foram atingidos.

Distantemente inspirados em Ítalo Calvino, como explica a diretora, fica a provocação e a sugestão. Conheça esse espetáculo: na pior das hipóteses, você não passará incólume por ele.

"OVELHA NEGRA" - no site da APLAUSO

Fotografia: Cláudio Fachel.

Italo Calvino em experiência sensorial


Duas estranhezas permeiam o espetáculo Ovelha Negra – A Versão do Rebanho, montagem do grupo Ameixa Fúcsia que traz para o palco a adaptação de um conto do italiano Italo Calvino. A primeira delas é a forma de ingresso: um utensílio doméstico, que pode ser desde uma bacia até uma caixa de fósforos. A segunda, mais radical: nos primeiros dez minutos, a platéia “assiste” ao espetáculo de olhos totalmente vendados. Nesse tempo, é apresentada a uma experiência sensorial sobre o cenário em que se desenvolverá a trama. Só depois inicia a história de um vilarejo onde os habitantes trocam, a cada noite, seus utensílios domésticos num ritual mágico e harmônico típico de Calvino.
Então está explicado o ingresso: os utensílios são parte da dramaturgia, criada coletivamente pelo grupo e redigida pelo uruguaio Jorge Rein. Mas e as vendas nos olhos? “A proposta surgiu de uma brincadeira”, conta a produtora Letícia Schwartz. Nas leituras do texto, um grupo de amigos que assistia aos ensaios acabou tapando os olhos para radicalizar as pesquisas sonoras que sempre caracterizaram o Ameixa Fúcsia. “O pessoal gostou e decidimos levar esse formato para o palco”, continua. Segundo ela, a experiência permite que cada espectador crie sua própria cidade imaginária a partir dos sons e dos diálogos, para depois ser confrontado com o cenário real da montagem.
No primeiro fim de semana em cartaz, não houve sustos na platéia. “Não há nenhum contato físico de atores com o público”, tranqüiliza Letícia. Depois desse início sensorial, a peça segue seu curso mostrando a quebra no equilíbrio da tal comunidade com a chegada de um forasteiro que não está habituado ao ritual da troca de objetos. O espetáculo, que segue em cartaz na sala 309 da Usina do Gasômetro (av. João Goulart, 551), em Porto Alegre, até 19 de dezembro, tem direção de Luciane Panisson. As sessões ocorrem de sextas a domingos, sempre às 20h. Em tempo: os utensílios arrecadados como ingresso serão doados aos moradores da ilha da Pintada.
Texto publicado no site da revista APLAUSO - sessão NOTAS - confira no link abaixo:

Terça-feira, Novembro 29, 2005

"OVELHA NEGRA - a versão do rebanho"

Fotografia: Cláudio Fachel.

COMPANHIA AMEIXA FÚCSIA
apresenta
"OVELHA NEGRA
a versão do rebanho"

Em certo vilarejo, todos têm por hábito entrar à noite na casa de outro e pegar seus pertences. Voltam de madrugada, carregados, e encontram a própria casa vazia. Essa situação se repete noite após noite e envolve todos os habitantes. Dessa forma vivem em paz, sem prejuízo e sem diferenças sociais, até que a chegada de um forasteiro, alheio às práticas do lugar, vem perturbar essa tranqüila organização.

Através dessa parábola, propõe-se a discussão de princípios morais e éticos sobre os quais nossa sociedade está calcada, tais como os conceitos de coletividade, honestidade e a priorização dos bens materiais.

OVELHA NEGRA, projeto financiado pelo FUMPROARTE da SMC - PMPA, tem texto de JORGE REIN e direção de LUCIANE PANISSON. No elenco estão CÍCERO NEVES, LETÍCIA SCHWARTZ, MAGALI HOCHBERG, PATRÍCIA RAGAZZON e PATRÍCIA SACCHET.

QUANDO? De 18/Novembro a 18/DezembroSextas, Sábados e Domingos, sempre às 20h

ONDE? Na sala 309 da Usina do Gasômetro

INGRESSO: 1 utensílio doméstico em bom estado

Segunda-feira, Outubro 03, 2005

LOGO DA CIA. AMEIXA FÚCSIA



ATENÇÃO, ATENÇÃO!!!!


Apresentamos a todos o


LOGO DA CIA. AMEIXA FÚCSIA


recém criado por Kátia Elian Hochberg

Sexta-feira, Julho 15, 2005

OVELHA NEGRA, a versão do rebanho









"...Tivemos o prazer de vivenciar 20 minutos do que virá a ser a peça, mas já foi possível constatar que a pesquisa da Cia. sob a direção de Luciane Panisson está a caminho de algo inovador sem pretensões..."

"...o caminho da Cia. está traçado para levar muita gente ao teatro...Prepare-se para viver uma experiência que vai além das possibilidades apresentadas nos palcos da Cidade, uma experiência que nos toca, nos envolve, gradualmente, em áreas do cérebro que cada vez mais estão adormecendo..."

Esses são trechos do que Hermes Bernardi Jr. publicou em seu BLOG depois de assistir à apresentação de "OVELHA NEGRA, a versão do rebanho", durante o Projeto Cena em Construção - confira o texto completo em - http://na_coxia.zip.net

As apresentações dentro do Cena em Construção ocorreram nos dias 08 e 09 de Julho, na sala 505 da na Usina do Gasômetro, e foram seguidas de bate-papo com o público sobre o processo de criação do texto e da montagem.

OVELHA NEGRA, que está sendo financiado pelo Fumproarte da SMC - PMPA, tem texto de JORGE REIN e direção de LUCIANE PANISSON. No elenco estão CÍCERO NEVES, LETÍCIA SCHWARTZ, MAGALI HOCHBERG, PATRÍCIA RAGAZZON e PATRÍCIA SACCHET.

Domingo, Julho 10, 2005

OVELHA NEGRA - ensaio sonoro - foto: Rogério Jaques

Sábado, Julho 09, 2005

OVELHA NEGRA - ensaio sonoro - foto: Rogério Jaques

Quinta-feira, Julho 07, 2005

OVELHA NEGRA - ensaio sonoro - Foto: Rogério Jaques

Terça-feira, Julho 05, 2005

OVELHA NEGRA, amostra grátis de um ensaio sonoro

A Cia. Ameixa Fúcsia

faz parte do MOVIMENTO DE GRUPOS DE INVESTIGAÇÃO CÊNICA DE PORTO ALEGRE, que batalha principalmente pela aprovação do Programa Municipal de Fomento ao Teatro e Dança - que tem como finalidade o apoio à manutenção e criação de projetos de trabalho continuado em pesquisa de linguagem e produção cênica, visando não apenas o desenvolvimento desses trabalhos, mas o melhor acesso da população aos mesmos.
O primeiro manifesto "Arte Contra a Barbaridade" foi lançado com uma programação cultural repleta de atividades e apresentações entre os dias 28 de junho e 12 de julho.

A Cia. Ameixa Fúcsia apresentou no dia 1° de Julho, dentro desta programação, o experimento "OVELHA NEGRA, amostra grátis de um ensaio sonoro", sobre o material que vem sendo trabalhado na montagem de seu mais novo espetáculo OVELHA NEGRA. A função, que teve entrada franca, ocorreu na FÁBRICA, sede do grupo.

OVELHA NEGRA tem texto de JORGE REIN e direção de LUCIANE PANISSON.No elenco estão CÍCERO NEVES, LETÍCIA SCHWARTZ, MAGALI HOCHBERG, PATRÍCIA RAGAZZON e PATRÍCIA SACCHET.

REALIZAÇÃO:

MOVIMENTO DE GRUPOS DE INVESTIGAÇÃO CÊNICA DE PORTO ALEGRE:

Ameixa Fúcsia, Corpo Estranho, Cia Teatro Di Stravaganzza, Cia Terpsi –Teatro de Dança, Depósito de Teatro, Falos & Stercus, Firuliche, Gente Falante – Teatro de Bonecos, Grupo dos Cinco, Lumbra, Oigalê – Cooperativa de Artistas Teatrais, Os Enganadores, Povo da Rua-Teatro de Grupo, Teatro Íntimo – Núcleo de Experimentos e Tribo de Atuadores Oi Nóis Aqui Traveiz

Segunda-feira, Junho 20, 2005

A LENDA DE AGUAR A LUA

OBRIGADA
a todos que votaram em


A LENDA DE AGUAR A LUA


projeto da Cia. Ameixa Fúcsia
que concorreu ao
5º Prêmio PalcoHabitasul de Montagem Cênica.

GRAÇAS A VOCÊS,
FOMOS OS MAIS VOTADOS PELA INTERNET

mas depois de um páreo duro, perdemos na votação do juri!

"O fato curioso é que o concurso teve que apelar para o voto de Minerva. Os quatro integrantes do juri (...) empacou no empate entre os projetos Três Vezes Amor e Morte e A Lenda de Aguar a Lua."
(Jornal Zero Hora, contracapa do Segundo Caderno, 14/06/2005)


Ao projeto vencedor,
TRÊS VEZES AMOR E MORTE,
parabéns e bom trabalho!!!!


Valeu!

Cia. Ameixa Fúcsia
P.S.: Aguardem novidades para 2006 sobre este projeto.
"A LENDA DE AGUAR A LUA", é o próximo espetáculo infantil a ser montado pela companhia.

Segunda-feira, Maio 09, 2005

VISITE O FOTOLOG DA

CIA. AMEIXA FÚCSIA!!!

Lá estão as fotos e os cartazes dos nossos

espetáculos (adultos e infantis),

fotos da FÁBRICA - Sede da Companhia,

desenhos de crianças que assistiram

ao OU ISTO OU AQUILO, etc.

O endereço eletrônico é www.fotolog.net/ameixafucsia

Sábado, Maio 07, 2005

OVELHA NEGRA - espetáculo adulto

A Cia. Ameixa Fúcsia está em fase de ensaios do seu novo espetáculo adulto:

OVELHA NEGRA

E para este projeto contamos com a participação

de convidados especiais!

A Direção está a cargo de Luciane Panisson;

Além das atrizes da companhia - Letícia Schwartz, Magali Hochberg, Patrícia Ragazzon e Patrícia Sacchet - faz parte do elenco, o ator convidado Cícero Neves;

E Jorge Rein - que esteve sempre presente nos trabalhos anteriores da companhia - desta vez, trabalha diretamente com elenco e direção na criação do texto do espetáculo, num sistema de improvisações e propostas dramatúrgicas.

Logo publicaremos mais informações!

Aguarde!

Sábado, Novembro 20, 2004


"Onde há fumaça, há fogo"
(Letícia Schwartz, Patrícia Ragazzon e Patrícia Sacchet)

"PROVÉRBIOS HOLANDESES
PRA QUEM SABE LER, UM PINGO (DE TINTA) É LETRA"

Retomando a Palavra - 2004 Posted by Hello


"Onde há fumaça, há fogo" (Letícia Schwartz)

"PROVÉRBIOS HOLANDESES
PRA QUEM SABE LER, UM PINGO (DE TINTA) É LETRA"Posted by Hello
* Performance Multimídia, com contos de Jorge Rein *
Projeto Retomando a Palavra


"Cada um puxa a corda para o seu lado"
(Patrícia Ragazzon, Patrícia Sacchet e Letícia Schwartz)

"PROVÉRBIOS HOLANDESES
PRA QUEM SABE LER, UM PINGO (DE TINTA) É LETRA"

Retomando a Palavra - 2004 Posted by Hello

"PROVÉRBIOS HOLANDESES
PRA QUEM SABE LER, UM PINGO (DE TINTA) É LETRA"
*Performance Multimídia, com contos de Jorge Rein *

PROVÉRBIOS HOLANDESES - PRA QUEM SABE LER, UM PINGO (DE TINTA) É LETRA apresenta textos inéditos do escritor gaúcho Jorge Rein (Prêmio FUNARTE de Dramaturgia 2003), inspirados no quadro PROVÉRBIOS HOLANDESES, de Pieter Bruegel. Cada conto trabalhado se refere a um provérbio correspondente a um detalhe do quadro de Bruegel.
Trata-se de um projeto multimídia da CIA. AMEIXA FÚCSIA, em que a proposta cênica dialoga com imagens projetadas, e conduz a narrativa de acordo com a pintura e seu provérbio equivalente. A performance estreou em Novembro de 2004, com apresentações no Auditório MARGS - durante a 50ª Feira do Livro de Porto Alegre - e no Solar dos Câmara - dentro do Projeto Retomando a Palavra.

SINOPSE:

"PROVÉRBIOS HOLANDESES - PRA QUEM SABE LER, UM PINGO (DE TINTA) É LETRA" utiliza 7 contos, e, conseqüentemente, 7 provérbios e 7 fragmentos da figura de Bruegel, com os quais as atrizes montam um “quebra-cabeças”. Como numa lente de aumento, a ampliação das ações sugeridas no quadro, revelam situações humanas que ora divertem e ora sensibilizam o espectador.

FICHA TÉCNICA:

TEXTO:
Contos de Jorge Rein
(inspirados na obra "Provérbios Holandeses", de Pieter Bruegel)

ROTEIRO:
Cia. Ameixa Fúcsia

ELENCO:
Letícia Schwartz
Patrícia Ragazzon
Patrícia Sacchet

COLABORAÇÃO CÊNICA:
Magali Hochberg

FIGURINOS:
Magali Hochberg

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO:
Patrícia Ragazzon

REALIZAÇÃO:
Cia. Ameixa Fúcsia

Sexta-feira, Outubro 08, 2004

CENA EM CONSTRUÇÃO
A Cia. Ameixa Fúcsia apresentou "OU ISTO OU AQUILO" dentro da programação do CENA EM CONSTRUÇÃO - EDIÇÃO INFANTIL 2004

As apresentações, que ocorreram em Outubro, no Solar dos Câmara, foram seguidas de "bate-papos " entre a companhia, o público, e alguns artistas da Classe Teatral de Porto Alegre. Nesta ocasião, as crianças fizeram desenhos sobre o espetáculo; alguns deles estão em nosso FOTOLOG (www.fotolog.net/ameixafucsia).

"OU ISTO OU AQUILO" para ESCOLAS e CRECHES:

* Nos dias 04 e 06/10 recebemos no Teatro de Arena, os alunos das escolinhas PASSO A PASSO, CANTINHO DOS PIÁS e a CRECHE REI ARTHUR.

* Já no dia 07/10, levamos o espetáculo até o Colégio Felipe de Oliveira.

Confira as fotos em nosso fotolog!!!

Sexta-feira, Setembro 24, 2004

OU ISTO OU AQUILO na Escola Felipe de Oliveira

Terça-feira, Agosto 24, 2004

OU ISTO OU AQUILO - Escola Felipe de Oliveira

Quinta-feira, Junho 24, 2004

OU ISTO OU AQUILO no Teatro de Arena

Segunda-feira, Maio 24, 2004

OU ISTO OU AQUILO no Teatro de Arena

Sábado, Abril 24, 2004

OU ISTO OU AQUILO

Terça-feira, Março 30, 2004

OU ISTO OU AQUILO

"Brincadeira ou poesia?!"

Durante os meses de Abril e Maio deste ano, OU ISTO OU AQUILO esteve novamente no Teatro de Arena, encantando as crianças e os adultos que gostam de soltar a imaginação. Este espetáculo infantil, que já completou mais de 100 apresentações, conta a história de três meninas levadas que se reunem para brincar em torno de um livro. A partir daí, surgem aventuras, poesias e brincadeiras que conduzem ao imaginário e ao universo poético de Cecília Meirelles.

OU ISTO OU AQUILO tem no elenco as atrizes Letícia Schwartz, Magali Hochberg e Patrícia Ragazzon, com orientação cênica de Patrícia Sacchet. O espetáculo tem duração aproximada de 40 min e é uma oportunidade imperdível de proporcionar à criançada um encontro com a magia e a sensibilidade, misturada ao melhor da literatura poética infantil.
Este espetáculo pode ser apresentado em Escolas, Clubes, Feiras do Livro, Eventos, etc.
Contate a produção da Companhia pelos e-mails:

Segunda-feira, Março 29, 2004

"TRÊS TIGRES TRISTES" no DIA INTERNACIONAL DO TEATRO

No dia 27 de Março de 2004, o espetáculo "TRÊS TIGRES TRISTES", da Cia. Ameixa Fúcsia, fez parte da programação comemorativa ao DIA INTERNACIONAL DO TEATRO, no Centro Cultural Usina do Gasômetro. A apresentação ocorreu no Terraço do 4º andar, no final da tarde, para um público de mais de 70 pessoas.

O evento, com entrada franca para todas as atrações, foi organizado pela Coordenação de Artes Cênicas, da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre.

Terça-feira, Março 09, 2004

OU ISTO OU AQUILO - POESIA E TEATRO NA ESCOLA


A CIA. AMEIXA FÚCSIA realizou no dia 11 de Março de 2004, no Teatro de Arena, o evento OU ISTO OU AQUILO - POESIA E TEATRO NA ESCOLA, dirigido a profissionais de ensino que apostam no teatro como instrumento importante na educação.

A apresentação do espetáculo OU ISTO OU AQUILO foi seguida de um bate-papo informal com a pedagoga Anabel Ruschel Freitas e com a arte-educadora Andréa Ayres. Foram discutidas as potencialidades do espetáculo e as possibilidades de explorá-lo em sala de aula. A participação de professores e pedagogos de diversas escolas de Porto Alegre foi de fundamental importância para o enriquecimento da discussão sobre a função do teatro nas escolas.


A Cia Ameixa Fúcsia agradece a presença de todos!

Segunda-feira, Março 08, 2004

CIA.TEATRAL AMEIXA FÚCSIA - NÚCLEO OFICINAS


A PROPOSTA

A Cia. Teatral Ameixa Fúcsia, fundada em 2001, surgiu da necessidade de se desenvolver um trabalho teatral baseado, fundamentalmente, no jogo como elemento desencadeador do processo criativo na construção de seus espetáculos.
Na busca constante pelo aprimoramento, a companhia vem desenvolvendo suas atividades em três diferentes núcleos: espetáculos, pesquisa e oficinas.

Neste ano de 2004, o núcleo de oficinas inicia suas atividades apresentando um programa de trabalho voltado para o público iniciante. Nosso objetivo não é a formação de atores e sim, proporcionar a todos os interessados em descobrir e desenvolver as possibilidades expressivas, lúdicas e criativas latentes em cada um de nós, uma vivência do teatro enfocando o jogo como principal elemento na construção da expressão dramática.

Segundo Viola Spolin, “ o jogo é a forma ideal de expor o iniciante à experiência teatral, seja ele adulto ou criança. Todas as técnicas, convenções, etc., que os alunos-atores vierem descobrir, lhes são dadas através de sua participação nos jogos teatrais (exercícios da atuação)”.

Assim, o contato com a expressão dramática acontece de forma lúdica, prazerosa e espontânea, liberando os alunos de tensões, normalmente presentes em trabalhos voltados para a simples aquisição de técnicas teatrais, que remetem, muitas vezes, a questões como ter ou não ter talento.

Buscando justamente o contrário, as oficinas possibilitam a criação de um espaço onde, através do jogo, a capacidade imaginativa aflora em cada um dos participantes, criando uma espécie de intervalo no cotidiano, onde o impossível na realidade, torna-se possível através do envolvimento total que o estado de jogo proporciona.

Desta forma, o estado de jogo significa a capacidade de experienciar, de penetrar no ambiente, envolvendo-se total e organicamente. O que favorece o desenvolvimento em todos os níveis: intelectual, físico e intuitivo.

Iouri Lotman diz que o jogo nunca se opõe ao conhecimento: pelo contrário, é um dos meios mais importantes de aquisição das diferentes situações vitais, de aprendizagem de tipos de comportamento.

A partir do momento em que os participantes conquistam, ludicamente, o estado de jogo, a preocupação com talento desaparece, pois nos descobrimos todos jogadores em potencial, portanto, absolutamente aptos ao fazer teatral.

Acreditando no jogo como principal elemento na construção da linguagem teatral, a Cia. Ameixa Fúcsia apresenta seu programa de oficinas. Em caráter permanente, acontecendo ao longo de todo o ano, o trabalho desenvolve-se em três módulos interdependentes, com turmas para crianças, adolescentes e adultos.

O PROGRAMA

As oficinas, que acontecerão ao longo de todo o ano, estão organizadas da seguinte forma:

TURMAS DIFERENCIADAS DE ACORDO COM A FAIXA ETÁRIA

CRIANÇAS:
segundas e quintas das 9 h às 11 h
segundas e quintas das 14 h às 16 h

ADOLESCENTES:
segundas e quartas das 9 h às 11 h
segundas e quartas das 18 h às 20h

ADULTOS:
terças e quintas das 19 h às 21 h

PROGRAMA DESENVOLVIDO EM TRÊS MÓDULOS INTERDEPENDENTES

MÓDULO 1-
sensibilização e expressão corporal;
a comunicação de idéias através do corpo;
apreciação dos trabalhos ao longo do módulo;

MÓDULO 2 – improvisação;
apreciação dos trabalhos ao longo do módulo;

MÓDULO 3 – montagem final;

Todo o trabalho nos módulos desenvolve-se a partir do jogo teatral, tendo como foco principal a problemática proposta em cada um deles.

PREÇO:

À vista, R$ 180,00 por módulo (três meses)
ou
R$ 70,00 por mês

CONTATOS:
CIA AMEIXA FÚCSIA
(51) 3331-0549
(51) 9945-0303

ameixafucsia@pop.com.br

Terça-feira, Fevereiro 17, 2004

"TRÊS TIGRES TRISTES"
Espetáculo Adulto



"TRÊS TIGRES TRISTES", que estreou dentro do PORTO VERÃO ALEGRE 2004, conta a história de uma mulher ferida durante uma batalha, que acaba envolvida com uma tigresa e seu filhote – os protagonistas da trama– numa situação inusitada e bem humorada.


O texto de Dario Fo – prêmio Nobel de Literatura em 1997 – questiona os absurdos que levam às guerras e é marcado pela riqueza do imaginário do dramaturgo, que sabe colocar bom humor e muita ironia nas passagens mais simples do cotidiano. A adaptação de Jorge Rein torna o texto mais atual e abrangente.


SINOPSE:

Uma mulher, depois de se tornar desertora de mais uma entre tantas guerras absurdas, vive uma história fantástica em que passa a conviver com dois tigres, constituindo uma insólita família e desencadeando uma série de desvairados acontecimentos.


FICHA TÉCNICA


ELENCO: Patrícia Ragazzon

TEXTO: Dario Fo

ADAPTAÇÃO: Jorge Rein

ORIENTAÇÃO CÊNICA: CIA. AMEIXA FÚCSIA

FIGURINO: Magali Hochberg (CRIAÇÃO)

Anico Herzcovits e Eloir Feijó (CONFECÇÃO)

ILUMINAÇÃO: Andréa Ayres

EFEITOS SONOROS: Magali Hochberg e Arnaldo Lazaro

PRODUÇÃO: CIA. AMEIXA FÚCSIA



veja as fotos da estréia de TRÊS TIGRES TRISTES
no MUITO site cultural
no link do dia 29 de Janeiro de 2004

OU ISTO OU AQUILO

Baseado em poesias de Cecília Meireles, OU ISTO OU AQUILO é o mais recente espetáculo infantil da Cia. Ameixa Fúcsia. Trata-se de um roteiro poético-teatral em que cada poesia conta uma pequena história.
OU ISTO OU AQUILO faz parte do Projeto LIVRO EM CENA, voltado para o público de escolas e pré-escolas. O Projeto LIVRO EM CENA teve início com a peça “MARCELO, MARMELO, MARTELO”, apresentada com sucesso durante todo o ano de 2001 em Porto Alegre, tendo recebido indicação ao Prêmio Tibiquera.
OU ISTO OU AQUILO estreou em Setembro de 2002, e, desde então, vem cumprindo temporadas em diversos Teatros e Salas da capital gaúcha, sendo apresentado em escolas, eventos e Feiras do Livro por todo o estado do RS.


SINOPSE

Em meio aos poemas selecionados, três meninas criam uma atmosfera mágica através de brincadeiras que surgem a partir das próprias poesias e da relação entre elas.


CONCEPÇÃO

Em meio à violência propagada pela televisão (mesmo em desenhos animados), ao ritmo alucinante da vida urbana e à desenfreada evolução tecnológica, as crianças já não têm contato com a poesia. Não se trata aqui apenas da poesia literária, mas também daquela poesia que aparece nas brincadeiras mais singelas, no cheiro da comida caseira, nos sons da natureza. E é isso que o espetáculo OU ISTO OU AQUILO procura resgatar através da poesia de Cecília Meireles.
Esse "recital-performance" apresenta às crianças a poesia que passa pelos 5 sentidos, integrando a literatura a sons, cheiros, toques, gostos e imagens. Através de pequenas cenas independentes as crianças são convidadas a viver, por alguns momentos, num universo poético. E como a infância, assim como a poesia, não tem prazo de validade, bem-vindos sejam também os adultos, pois esse espetáculo, assim como a obra na qual foi baseado, se utiliza de elementos do universo infantil para transmitir mensagens que não dependem da idade do espectador para serem entendidas e apreciadas.

FICHA TÉCNICA


ROTEIRO: criação coletiva sobre poesias de Cecília Meireles

ELENCO:

Letícia Schwartz
Magali Hochberg
Patrícia Ragazzon
Patrícia Sacchet (stan by)

COLABORAÇÃO CÊNICA: Patrícia Sacchet

MATERIAL CÊNICO: CIA AMEIXA FÚCSIA sob orientação de Maíra Coelho

FIGURINOS: Magali Hochberg (criação) e Eloir Feijó (confecção)

ILUMINAÇÃO: Andréa Ayres

IDENTIDADE GRÁFICA: Gabriel Besnos

PRODUÇÃO: CIA AMEIXA FÚCSIA

CONTATOS DA CIA. AMEIXA FÚCSIA

Fábrica – Sede da Companhia

Fone: (0xx51) 3331-0549

Endereço: João Guimarães, 337

Bairro Santa Cecília - Porto Alegre – RS

POR E-MAIL:
leticia.s@pop.com.br (com Letícia Schwartz)

magaeh@yahoo.com.br (com Magali Hochberg)

HISTÓRICO DO GRUPO

A CIA. AMEIXA FÚCSIA, fundada por Patrícia Ragazzon e Letícia Schwartz, surgiu da necessidade de se desenvolver um trabalho em que o ator fosse o principal elemento para desencadear o processo de criação teatral. A companhia optou por direcionar seu trabalho para a relação ator/espectador, desenvolvendo espetáculos cujo diferencial fosse a facilidade de adaptação a qualquer espaço físico e o estímulo à integração com o público.

Dentro dessa proposta, o grupo estreou, em 2001, o espetáculo infantil MARCELO, MARMELO, MARTELO, que foi apresentado em diversas escolas e eventos em Porto Alegre, além de cumprir três temporadas em teatros da capital.


O espetáculo seguinte, a peça adulta A MORTE RUIVA DE DAVID, estreou em janeiro de 2002, dentro do projeto Porto Verão Alegre e cumpriu temporada durante o mesmo ano.


Com OU ISTO OU AQUILO, ainda investindo na proposta de ter no ator o elemento central da criação teatral, o grupo optou por confeccionar seu próprio material cênico (acessórios, figurinos, sonoplastia, etc). Neste período, Magali Hochberg e Patrícia Sacchet integraram-se ao grupo.
Durante o Porto Verão Alegre 2004, a companhia estreou mais um espetáculo voltado ao público adulto: TRÊS TIGRES TRISTES; e no segundo semestre a performance teatral PROVÉRBIOS HOLANDESES, que participou do Projeto “RETOMANDO A PALAVRA”, realizado pela Secretaria Estadual de Cultura, e da 50ª Feira do Livro de Porto Alegre.
Sediada na capital, é um dos poucos grupos do estado que possui seu próprio local de trabalho, a FÁBRICA, que abriga oficinas de teatro e oferece espaço de ensaio para outros grupos profissionais e amadores.

CURRÍCULOS RESUMIDOS DOS PARTICIPANTES


LETÍCIA SCHWARTZ é bacharel em Interpretação Teatral, graduada pelo Instituto de Artes da UFRGS. Participou de diversos espetáculos universitários e profissionais, como: "A Torre", sob direção de João Castro Lima, e "Entre Bobos Anda o Jogo", sob direção de Angel Garcia Suarez. Em 1998, foi agraciada com a bolsa APARTES e cursou a École Philippe Gaulier, em Londres.
Em 2001, junto com Patrícia Ragazzon, fundou a CIA. AMEIXA FÚCSIA, com a qual realizou os espetáculos "Marcelo, Marmelo, Martelo" (2001), "A Morte Ruiva de David" (2002), "Ou Isto Ou Aquilo" (2002), "Três Tigres tristes" (2004) e a performance "Provérbios Holandeses" (2004).


MAGALI HOCHBERG é bacharel em Interpretação Teatral, graduada pelo Instituto de Artes da UFRGS. Recebeu indicações e prêmios de melhor atriz coadjuvante em festivais de teatro, no RS e no PR, pelos seguintes espetáculos: "Papai Pirou nas Ondas do Rádio", (dir. de Heloísa Palaoro), "O Santo Inquérito", e "A Roupa Nova do Rei", (dir. de Gilberto Fonseca). Com a Cia. Ameixa Fúcsia, da qual faz parte desde 2002, participou dos espetáculos "Ou Isto Ou Aquilo" (2002), "Três Tigres Tristes" (2004) e da performance "Provérbios Holandeses" (2004).
Também trabalhou como figurinista nos espetáculos "O Santo Inquérito", "A Roupa Nova do Rei" (pelos quais recebeu diversos prêmios em festivais no RS e no PR), "Três Tigres Tristes" e na performance "Provérbios Holandeses".


PATRÍCIA RAGAZZON é bacharel em Interpretação Teatral, graduada pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalha como atriz, e realiza oficinas de Teatro desde 1998. Tem cursos de extensão na área da Psicologia Social, cujo foco de interesse aborda Arte e Psicanálise. Em 2001, junto com Letícia Schwartz, fundou a CIA. AMEIXA FÚCSIA, com a qual realizou os espetáculos Marcelo, Marmelo, Martelo (2001), A Morte Ruiva de David (2002), Ou Isto Ou Aquilo (2002), Três Tigres tristes (2004) e a performance Provérbios Holandeses (2004).


PATRÍCIA SACCHET é bacharel em Interpretação Teatral, graduada pelo Instituto de Artes da UFRGS. Trabalhou por quatro anos sob orientação de Roberto Birindelli, tendo atuado nos espetáculos Memória - A Cidade Invisível e Città Invisibili, do grupo Potlach (Itália), apresentado no Festival Internacional de Londrina - PR. Com a Cia. Ameixa Fúcsia, da qual faz parte desde 2002, participou dos espetáculos Ou Isto Ou Aquilo (2002), Três Tigres tristes (2004) e da performance Provérbios Holandeses (2004).